30 de junho de 2010
ABILIO DINIZ – UOL
Você já se perguntou ‘como’ e ‘por que’ as redes sociais passaram a ter uma relevância tão grande no dia a dia de muitas pessoas? Para um neuroeconomista da Califórnia, a resposta para tal questão envolve mais aspectos do que a simples necessidade de estar informado e em contato com os amigos. Segundo Paul J. Jak, professor da Claremont Graduate University (EUA), as redes sociais podem afetar o cérebro da mesma forma que a paixão.
De acordo com o pesquisador, a troca de mensagens pelo Twitter ou a interação com amigos por meio de serviços como o Facebook é capaz de aumentar os níveis de oxitocina, o chamado hormônio do amor, que é responsável por estimular sentimentos de empatia e generosidade, além de estar associado à paixão. Para Zak, no momento em que estamos interagindo nas redes sociais, nosso cérebro interpreta a ação como um encontro real com algum ente querido.
O jornalista Adam Penenberg foi o voluntário para a pesquisa. Ele cedeu amostras de sangue antes e depois de interagir por 10 minutos no Twitter com seus amigos. Constatou-se então um aumento de 13% no seu nível de oxitocina. Além disso, os níveis de cortisol e ACTH, hormônios associados ao estresse, reduziram 11 e 15%, respectivamente. Diante dessas circunstâncias, é possível concluir que nem todo o tempo dispensado às redes sociais é de fato um desperdício, uma vez que a redução dos níveis de hormônios responsáveis pelo estresse atenua o risco da incidência de problemas no coração.
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Fernando
23/08/2010
Twitter, orkut, facebook, enfim, todas as redes sociais são uma forma de se desestressar tbm! além de serem muito necessárias no trabalho pra fazer contatos e mostrar aos outros o q vc faz da vida…