ANDREA ROGICK – Você RH
É cada vez mais claro para empresários e gestores que o patrimônio de uma empresa não está concentrado apenas em instalações e equipamentos. Os recursos humanos constituem um patrimônio tão ou mais significativo e, por isso, são mais frequentes os investimentos para melhorar o desempenho e produtividade nas corporações.
Estudos apontam que para se alcançar tal objetivo é necessário investir na promoção de qualidade de vida do trabalhador e ela está diretamente relacionado a bons hábitos alimentares. Uma dieta inadequada em calorias implica em diminuição da eficiência física em proporção direta ao grau de insuficiência calórica. Em decorrência deste desequilíbrio dietético, ocorre a diminuição da força e da tensão muscular, resultando em um comprometimento da aptidão para o trabalho.
Por isso, boa parte das empresas oferece o benefício alimentação, que é uma excelente ferramenta para incentivar a nutrição dos funcionários. A boa alimentação do colaborador é sinônimo de muitos benefícios, tanto para saúde de quem o pratica quanto para a empresa, que terá não só um profissional mais saudável, mas também com disposição e ânimo no ambiente de trabalho. Além disso, o cuidado com a alimentação melhora a imunidade dos colaboradores, aumenta a capacidade física e de concentração, reduz acidentes de trabalho e absenteísmo. Sem falar da satisfação gerada na equipe.
Programas de promoção de saúde e prevenção de doenças são outras ações positivas das empresas. São maneiras de orientar os colaboradores – inclusive com cuidados paliativos a doenças crônicas – e ajuda a própria organização a evitar os altos custos com planos de saúde.
Há empresas que estão inovando em programas voltados ao bem estar dos colaboradores, oferecendo, por exemplo, café da manhã, frutas, lanches intermediários, refeições completas e atendimento nutricional com dietas especificas. Com isso, demonstram a preocupação em elaborar cardápios com os valores nutricionais, substituindo nos refeitórios frituras por assados, refrigerantes por sucos, doces por frutas e saladas.
Entretanto, é essencial que as companhias se atentem ao fato de que as necessidades calóricas variam de acordo com a ocupação do profissional e indiquem, por meio de programas nutricionais, o cardápio mais adequado aos seus colaboradores. Ações como estas, seguramente, são favoráveis para as empresas e para o bom rendimento de todo o grupo.
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Publicado em 27/10/2010
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